Os historiadores registram três momentos do feminismo, chamado de ondas. A primeira, no início do século 20, onde apenas reivindicavam o direito de votar; eram a favor da vida e da família na sua forma tradicional. A segunda, na década de 60, sem vinculação com a primeira, caracterizava-se pela postura radical contra a natureza masculina; eram a favor do aborto, sexo livre, divórcio, vestuário com tendências masculinas; queima de sutiãs em praça pública. Era a libertação do jugo masculino. O homem se torna um inimigo e não mais um parceiro da vida. A terceira onda e atual, ela se declara anticristã; independencializa-se do homem (do falo, no caso de lésbica); lutando contra própria natureza humana: não engravidar, por efeito negar a maternidade, poder abortar quando quiser (o útero virou um matadouro e não casulo da vida); fazer sexo sem compromisso moral e sem vínculo afetivo; trabalhar pela realização profissional, ter sua própria renda e independência financeira; ser politicamente livre. Alguns autores chamam a este comportamento de “feminazismo”, denunciado pelo Pe. Paulo Ricardo.
A ”liberdade” feminina, permitida pelas conquistas da ciência, levou o mundo a uma decadência moral pelo sexismo desvairado que se observa no mundo de hoje. Nada contra, e até louvável, quando pelo feminismo sejam trabalhadoras (ajudam nas despesas da família), profissional liberal e até mesmo cargos de administração. Mas não se pode esquecer que elas são fundamentais para existência da família, pelo efeito geracional para qual foram predestinadas. O Estado por sua vez, por uma ideologia marxi-feminista impregnada nos meios políticos, tem gerado superproteção às mulheres. Isto porque a grande maioria feminista imagina o mundo de uma dinâmica unilateral no qual a mulher é uma eterna oprimida e o homem um opressor.
Infelizmente elas deixaram se convencer que feminilidade significava fragilidade. Com isso desprezaram as virtudes – tais como paciência, negação de si, doação, ternura, delicadeza – para se tornarem iguais aos homens em tudo, até pelo confronto do sexo “forte”. Buscaram mostrar que elas não eram assim tão fracas, delicadas, bonecas insignificantes que os homens acreditavam que fossem.
Elas, as feministas, se tornaram cegas ao fato de que homens e mulheres, iguais na dignidade ontológica, foram feitos diferentes por escolha de Deus: homem e mulher assim os fez. Diferentes, mas complementares. A falsa ilusão de liberdade pelas trombetas do consumismo levará a uma escravidão diferente, mais poderosa do que a dos antepassados.
O dia em que a mulher, “libertada” de tudo aquilo que chamam de escravidão, para se tornar apenas mãe segundo seu “prazer”, esposa sem marido, sem nenhum dever para quem quer que seja, neste dia a sociedade desmoronará para a anarquia social.
A extinção da espécie humana está nas mãos delas.

